terça-feira, 14 de dezembro de 2010

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO II: DOCÊNCIA EM LÍNGUA PORTUGUESA REALIZADO NA ESCOLA ESTADUAL MARIA DE NAZARÉ PEREIRA VASCONCELOS

1 - INTRODUÇÃO
O presente trabalho relata o desenvolvimento do Estágio Supervisionado II: Docência em Língua Portuguesa, do Curso de Licenciatura em Letras Português/ Francês e respectivas Literaturas do Instituto de Ensino Superior do Amapá – IESAP.
Acredita-se que o estágio é a ação na qual o futuro professor tem a possibilidade de trabalhar com a teoria e a prática e também de conhecer a verdadeira dinâmica da escola. Nesse sentido, os objetivos da disciplina foram elaborados enfocando o Ensino Médio e o Fundamental. O grupo trabalhou especificamente com a Língua Portuguesa na 5ª série do Ensino fundamental.
O relatório se divide em 3 etapas que interagem entre si. Na primeira foram analisados fundamentos teóricos que deram suporte para um melhor conhecimento sobre a aula de português e a importância do estágio na formação do professor.
Na segunda sãoevidenciadas as análises feitas a partir das observações realizadas na escola. Na terceira etapa foram realizadas as regências em sala de aula visando à integração da teoria e da prática, a aquisição de conhecimentos e experiências, para a construção de uma base formadora dos futuros professores.













2. IDENTIFICAÇÃO
2.1. Dados do estagiário
Aline Marinho dos Santos
Amazicléia Santana Gomes

Curso de Licenciatura em Letras Português/ Francês e respectivas Literaturas.
5º Período – Turma 5LIC-F-T – Ano 2010-12-10

Início da disciplina Estágio Supervisionado II: Docência em Língua Portuguesa: em 18 de agosto e termino em 11 de dezembro de 2010, resultando em um total de 100 horas.

2.2. Dados da escola campo

Escola Estadual Profª Maria de Nazaré Pereira Vasconcelos, localizada na Vila das Oliveiras, nº 372 bairro das Pedrinhas, na cidade de Macapá.
Professora colaboradora: Juliana Maria Soares, 5ª série do Ensino Fundamental, 1º turno e 36 alunos.










3. REFERENCIAL TEÓRICO
Para Aranha (2006) a educação não é simplesmente o repasse de herança dos antepassados para as novas gerações, mas o processo pelo qual também se torna possível a gestão do novo e a ruptura com o velho. Na concepção de Libâneo educar é conduzir de um estado a outro, é modificar numa certa direção o que é suscetível de educação. Nesse sentido, entende-se que o ato pedagógico pode ser definido como uma ação sistemática de interação entre seres sociais. Essa interação se concretiza numa ação exercida sobre sujeitos ou grupos de sujeitos, visando provocar neles mudanças tão significativas que os tornem indivíduos da própria ação exercida.
Segundo Aranha, com tal interação tem-se a interligação na ação pedagógica de três elementos: um agente (professor), uma mensagem transmitida (conteúdo) e um educando (aluno, grupo de alunos, uma geração). Com isso, a ação pedagógica se torna uma instância mediadora que estabelece a relação de reciprocidade entre indivíduo e sociedade. Dessa forma, a educação não pode ser entendida fora do âmbito histórico-social, pois a prática social é o ponto de partida e de chegada da ação pedagógica.
Diante disso, os Parâmetros Curriculares Nacionais sugere a formação do alunopara o exercício da cidadania, a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico com flexibilidade em um mundo novo que se apresenta atualmente. E no que tange o ensino da língua materna, os PCNs apontam que no ensino da língua portuguesa deve-se priorizar o processo de construção de significado, em que o sujeito possa interagir socialmente, usando a língua oral e escrita como instrumento definidor de pessoas entre as pessoas.
No que concerne a postura do professor frente à aula de português, Irandé Antunes (2003) explicita alguns princípios que o educador ao analisar encontra pistas acerca do que fazer e como fazer para trabalhar a oralidade, a leitura e a gramática nas aulas de português. Para a autora, a escola precisa ter como objetivo o ensino da língua em seu uso social; o que ela chama de “língua-em-função”. E pelo seu estudo constatou que o texto no aprendizado da língua portuguesa fica de “lado”; os professores não analisam, não exploram o sentido semântico do texto apenas retira desse, fragmentos com intuito de ensinar as regras gramaticais de forma isolada, o que para ela deveria ser ao contrário.
De acordo com sua concepção, o texto é que vai condicionar a escolha dos itens,objetivos e atividades pedagógicas. Desta forma, não importa o período em que acontece o aprendizado do português, ele deve está sempre pautado em ampliar a competência ao aluno para o exercício cada vez mais pleno, mais fluente da fala e da escrita. Irandé enfatiza bem a importância, da escola e principalmente do professor desenvolver no aluno as habilidades de ouvir, falar, escrever e ler algo que ela considera fundamental para que o indivíduo viva de maneira ativa na sociedade.
No que se refere o ensino da gramática Antunes mostra que as regras gramaticais já estão incluídas nas situações comuns da interação verbal. Porque, não cabe ao falante decidir se vai incluir ou não no seu discurso as regras gramaticais, elas simplesmente estão lá. Por isso, a autora defende que, ao explorar os sentidos dos textos exploram-se também os recursos gramaticais.
E segundo Pimenta e Lima (20043) o estágio é inicialmente o meio pelo qual o professor pode colar em prática essa teoria sobre o ensino da língua portuguesa. E é partindo daí e ao longo de sua trajetória em sala de aula, que o professor vai construindo sua identidade. Nesse sentido, o estágio é o lócus no qual as características do profissional são construídas. Assim, as autoras acreditam na importância do estágio para que os futuros professores possam exercer uma atividade reflexiva sobre a docência. Não somente criticando as “velhas” práticas tradicionais praticadas por muitos professores.
Mas respaldados em teorias vão poder analisar, questionar e refletir criticamente sobre a educação atual. Pois, são com essas ações em mente que os futuros profissionais da educação devem ir a campo, planejando sistematicamente essas ações durante o estágio. Com isso, é possível formar educadores competentes para atuarem em sala de aula, sendo que é nesse ambiente que acontece o encontro de culturas diferentes; possibilitando a construção do conhecimento compartilhado e formando cidadãos sensíveis e críticos na sociedade.





4. CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA LOCUS
4.1. Histórico
A Escola foi criada pelo Decreto nº 0813 de 24.03.99.Inaugurada em agosto de 1995, com o nome “Escola Das Pedrinhas”, fica situado na Vila das Oliveira, 372, no bairro das Pedrinhas. No inicio contavam com 560 alunos distribuídos na pré-escola e de 1ª a 4ª série.Estes alunos vieram da Escola Zolito de Jesus Nunes e Centro de Aprendizagem do Amapá-CENAP.
Na época de sua inauguração oEstado era governado por João Alberto Capiberibee tinha como secretário o professor Carlos Nilson da Costa. No ano de 1998 durante uma reunião entre professores, funcionários e comunidade, foi colocada em votação á escolha do nome da escola, sendo o da professora Maria de Nazaré Pereira Vasconcelos aceito por todos.
A preferida professora era muito conhecida pela sua dedicação e amor a profissão. Varias portarias lhe foram confiadas pelo desempenho e colaboração na execução dos trabalhos que desenvolvia. Nasceu no dia 10 de junho de 1943 natural de Amapá-AP, filha de DelmiroIzaiasPereira e Maria da Silva Pereira.A professora Nazaré Vasconcelos casou-se com Raimundo Santos Vasconceloscom quem teve 06 filhos (as). Residia na Avenida dos Xavantes, 97-Beirol. Atuou como professora de Ensino Primário,1ºe 2º grau no antigo Território Federal do Amapá, além de ter feito vários cursos e treinamentos para o aperfeiçoamento do exercício do magistério. Desenvolveu suas atividades na Escola Paroquial São Pedro. Foi aposentada somente no ano de 1986, quando até então atuava como professora na Escola Zolito Nunes. Faleceu em 09 de setembro de 1996.
A Escola Maria de Nazaré Pereira Vasconcelos, durante esta década passou por algumas reformas como a construção de novas salas de aula. Mantém 03 modalidades: Ensino Fundamental 1ª a 8ª séries, Educação de Jovens e Adultos (EJA) 1ª a 4ª Etapa e o Ensino Especial. No ano de 2009, em função do reordenamento escolar, excluiu a 1ª série e matriculou a partir de 2ª série, mantendo uma média de 1.800 alunos distribuídos em 17 salas de aula. Também adotou como recurso de aprendizagem: sala de vídeo, sala de leitura, biblioteca e laboratório de informática.
Atualmente conta com a administração da professora Marcilene dos Santos Costa, auxiliado pelo diretor adjunto Amélio Trindade, secretária escolarMaria Zelinda Nunes Marques e das técnicas: Mariza Dias, Lívia Flora Freitas Souza, Marly da Cunha Sá e Edilene Santos Abreu e ainda 170 professores e funcionários, sem os quais não seria possível a realização detantosprojetospedagógicos.

4.2. Estrutura física da escola
A estrutura física da escola é constituída em alvenaria com três andares, tendo uma sala para os professores, uma para a direção, uma para secretaria, uma biblioteca, uma sala para o corpo técnico, uma sala de informática e uma quadra poliesportiva. No turno da manhã funcionam 16 salas de aula, no segundo turno 17 salas e no terceiro turno 16 salas. A escola dispõe de 33 banheiros distribuídos nos três andares: 10 no primeiro piso, 12 no segundo, 08 no terceiro, 02 na quadra de esporte e 01 na cantina. A escola também disponibiliza de 02 depósitos. Na mesma existe um jardim interno e uma praça de lazer localizada na frente da escola, onde os alunos brincam quando não tem aula ou aguardam o segundo horário, quando esses chegam atrasados, na praça também funciona uma lanchonete, porém só no período da noite.
4.3.Alunos e aspectos pedagógicos
A instituição em lócus atende pessoas oriundas de todas as classes sociais, principalmente de classe baixa. São alunos que vêem de diversos bairros da cidade, as quais migraram para Macapá em busca de uma melhora de vida. Por isso, são muitos os alunos que não estão mais na escola. Até o dia 23 de outubro de 2010a unidade de ensino tinha matriculado 1.575 (mil quinhentos e setenta e cinco) alunos. Desse total, somando os alunos que abandonaram a sala de aula, os que cancelaram e com os que se transferiu, o número de evasão chega a 263 alunos no ano de 2010.
Quanto ao serviço de atendimento aos alunos a escola conta com o porteiro que controla a entrada e saída, com um segurança e uma auxiliar de disciplina que recepciona os que chegam e controla o fluxo de pessoas no interior da escola. Na hora do intervalo muitos alunos lancham na cantina da escola, onde o lanche é oferecido gratuitamente e outros se direcionam para uma pequena lanchonete improvisada, dentro da escola, a qual dispõe de variados salgados que chamam a atenção das crianças.
A escola conta com um corpo técnico administrativo composto por 04 pedagogos com nível superior, 66 professores com nível superior e 02 com apenas o magistério. Na escola tem 02 gestores com nível superior e um com o ensino médio. Ela tem como pessoal de apoio 20 cidadão, sendo 12 com o ensino fundamental incompleto e 08 com o ensino médio concluído. A escola não tem o Projeto Político Pedagógico, pois o mesmo está em processo de construção. Mesmo assim, a instituição desenvolve suas atividades normais.
Com o profissionalismo de todos os funcionários e com a ajuda dos alunos a escola desenvolve vários projetos pedagógicos dentre os quais está “O voo da águia” projeto de xadrez; Projeto aprendizes da Cidadania, destinados aos alunos de 1ª a 4ªno LIED; Click para incluir, destinado aos alunos concluintes do Ensino Fundamental etem a parceria do SENAC, como forma de incluir esses jovens e adultos no mercado de trabalho, foram desenvolvidos também, o projeto “Dia do estudante” e “Família e Escola” buscando valorizar a vida social dos alunos.O Projeto Páscoa, também realizado na escola, tevecomo objetivo aproximar mais os funcionários, buscando uma reflexão individual e coletiva com o intuito de fortalecer as relações inter e intrapessoal, vislumbrando melhor a excelência no atendimento humano e pedagógico.











5. RELATÓRIO
Objetivando identificar melhor o espaço escolar, sua estrutura pedagógica e fazer uma regência em sala de aula, foi que as acadêmicas: Alinhe Marinho e Amazicléia Gomes do curso de Letras Licenciatura Português/Francês do Instituto de Ensino Superior do Amapá, realizaram o estágio referente à disciplina Estágio Supervisionado II: Docência em Língua Portuguesa sob a orientação da professora Fádia Silva.
O lócus escolhido para a realização do trabalho foi a Escola Estadual Profª Maria de Nazaré Pereira Vasconcelos, situada na Vila das Oliveira nº 372, no bairro das Pedrinhas, em Macapá. O estágio foi realizado do dia 18 a 28 de outubro de 2010. No dia 18 de outubro fomos conversar com a coordenação da escola para solicitar autorização para realizarmos u estágio; tendo em vista que a escola recebe muitos estagiários de várias instituições de ensino superior. Nesse mesmo dia, observamos duas aulas da professora de língua portuguesa Juliana Maria Soares na turma 512 de 5ª série.
A professora iniciou sua aula fazendo uma revisão da aula passada sobre a “Flexão de Grau dos adjetivos”, em seguida deu continuidade explicando o “grau comparativo e o grau superlativo do adjetivo”.Durante a aula ela utilizou os recursos didáticos adequadamente e fez um bom aproveitamento do tempo pedagógico. No momento da explanação do conteúdo ela sempre procurou a participação dos alunos. Ela também fez exercício de fixação com os alunos, entregou algumas provas que os discentes haviam feito, em dias anteriores, e ao termino da aula realizou freqüência, na qual percebemos que a turma é composta por 36 alunos. Todos eles formaram muito receptivos conosco, percebemos também que a professora tem um excelente domínio de turma, pois a mesma não permitiu bagunça em sala de aula, existindo sempre o respeito tanto por parte da docente como dos alunos. Durante a aula solicitamos o plano de aula da mestra,porém ela não pode nos fornecer, pois a mesma não tinha em mãos.
O ambiente da sala de aula é bem arejado, tendo 04 janelas nos dois lados da sala, 04 ventiladores de teto, a iluminação estava adequada para desenvolvimento da aula. Após a observação, fomos conversar com a secretária da escola sobre os projetos desenvolvidos na escola e sobre o número de evasão de alunos. Nos dias 19, 20 e 21 de outubro retornamos ao local para observamos a dinâmica da escola, onde percebemos que os alunos não podem entrar sem o uso do uniforme, por uma questão de segurança. Se chegarem atrasados eles esperam, o segundo horário, na praça da escola ou no corredor externo. No dia 22 deoutubrofomos à escola para fazermos o registro fotográfico dos ambientes. Nesse dia também solicitamos o PPP – Projeto Político Pedagógico, no entanto o mesmo estava em processo de elaboração. No mesmo dia os alunos de algumas turmas estavam assistindo uma palestra sobre educação ambiental dirigida pela palestrante Cláudia, funcionária da empresa ENTERPA ENGENHARIA, tendo como objetivo o desenvolvimento da formação social do aluno.
No dia 25 de outubro a acadêmica Aline Marinho ministrou sua intervenção sobre “Tipologia textual: descrição” e “Adjetivos”. A professora deu início a sua aula distribuindo aos alunos a apostila referente ao conteúdo. Depois, pediu para que alguém da turma lesse o texto “Auto-Retrato”, em seguida fez sua própria leitura, analisando junto com os alunos o sentido do texto e os adjetivos presentes no mesmo. Durante a aula fez utilização adequada dos recursos didáticos e teve domínio de turma. Ela adequou com satisfação, a linguagem e o timbre de voz para o nível da turma, organizou corretamente o tempo pedagógico culminando na realização de uma atividade de fixação com os alunos.
No dia 28 a aula foi ministrada pela acadêmica Amazicléia Gomes, que explicou o assunto “Artigos” e o “gênero textual: carta pessoal”. Logo de início apresentou os objetivos da aula. Depois, fez uma atividade para dividir a turma em 06 grupos com 06componentes, utilizando um critério que permitiu a mistura de alunos com diferentes níveis de conhecimento. Em seguida, conversou com os alunos para saber acompreensão dos mesmos sobre os assuntos que seriam tratados. Após a conversa a professora entregou a apostila contendo o conteúdo e uma atividade de fixação. Deu prosseguimento a aula, explicando o assunto e buscando desenvolver nos alunos a oralidade.
Depois, indicou alguém para fazer a leitura em voz alta da carta pessoal, em seguida a docente reforçou a leitura explicando a função da carta na vida social dos alunos. Em seguida, a professora incentivou os discentes a fazerem a analisedo sentido semântico da carta, o que resultando na resolução do exercício. Após, a resolução da atividade foi feita uma dinâmica objetivando a fixação do conteúdo e o desenvolvimento da competência escrita do aluno. Com essa realização, a professora colocou em prática as teorias estudas na academia, que é levar o aluno a perceber que o aprendizado da língua materna é fundamental para que o mesmo aprenda a conviver na sociedade de maneira ativa.

6. CONSIDERAÇÕES
Diante de todo o exposto conclui-se que, o estágio é o meio pelo qual o futuro professor adquire experiência e possibilita a análise sobre sua ação como docente. Tem também, a possibilidade de colocar em prática o que aprendeu no ambiente da academia e com isso, se tornar um profissional competente. Com o estágio o acadêmico começa a construir um manancial de perspectivas e ferramentas para o exercício de sua profissão. E como consequência será capaz de contribuir juntamente com a sociedade na formação de indivíduos ativos, despertando, nesses, o desejo de saber, de ir além do conhecido, fazendo com que se tornem cidadãos sensíveis e solidários perante a sociedade.









REFERÊNCIAS

ARANHA, Maria de Arruda. Filosofia da educação. 3 ed. rev. e ampl. São Paulo: Moderna, 2006.

ANTUNES, Irandé. Aula de Português: Repensando o objeto de ensino da aula de português. São Paulo: Parábola, 2003.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação - referências - elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.

MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas, 2004.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Terceiro e Quarto Ciclos do Ensino Fundamental, Língua Portuguesa. Brasília 1998.

PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2004.

TEIXEIRA, Elizabeth. As três metodologias: Acadêmica, da Ciência e da Pesquisa. 4 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.

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